3 dicas para quem tem alergias alimentares

Sair para almoçar, tomar um café ou um sorvete. Se comer é um de seus programas favoritos, descobrir alergias alimentares pode ser uma grande frustração e se tornar um problema na fazer refeições preparadas por outras pessoas.

A designer Pati Bianco, autora do livro Fru-fruta, descobriu uma alergia a ovo e leite já adulta, depois de sofrer muito com uma alimentação pobre e monótona. Com o tempo, adaptou sua rotina às restrições alimentares. Aqui estão algumas coisinhas que ela aprendeu ao longo dos anos e agora compartilha com a gente:

No dia a dia: Sempre ter um lanchinho na bolsa: frutas, castanhas, barrinhas de cereal caseiras. O importante é estar sempre prevenido, pois é fato que hora ou outra a fome chega. “Quando viajo para a casa de familiares ou para lugares que tenham cozinha, levo também os ingredientes da minha panqueca, um pote de chia e outro de pasta de amendoim. Esse é meu kit de ‘primeiros socorros’. Assim não passo aperto!”, ensina Pati.

No trabalho: Hoje em dia faço home office, mas, quando ainda trabalhava fora, por vezes saía de casa às 6h e voltava às 22h. Nessa época, organização e planejamento eram a chave do sucesso na rotina alimentar. No dia anterior, preparava a marmita com o almoço e uma bolsa térmica com os lanches do dia todo separados, já que sinto fome de 3 em 3 horas (sou comilona!). Empunhava mala, cuia, marmita e lancheira todo santo dia antes de partir para o trabalho. Por conta disso, desenvolvi várias receitas de lanches saudáveis possíveis de transportar. Foi aí que nasceu meu amor pelo pudim de chia, uma das primeiras receitas saudáveis mais fora do padrão que me arrisquei a fazer. Outra estratégia que me ajudou foi localizar a loja de produtos naturais mais próxima do trabalho. Ótima rota de fuga em caso de emergências! Trabalhando em casa, é um pouco mais fácil controlar as refeições. O difícil mesmo é controlar a vontade de atacar o pote de pasta de amendoim!

No restaurante: Quando vou a algum lugar que ainda não conheço, acaba sendo inevitável o interrogatório ao garçom: O molho leva leite? E manteiga? A massa tem ovos? Geralmente o pessoal entende a situação e ajuda a encontrar a melhor alternativa do cardápio. Até mesmo em festas, como formaturas ou casamentos, o pessoal se dispõe a adaptar o menu. O que não pode é ter vergonha de perguntar! Quando é possível, gosto de verificar o cardápio do restaurante na internet. Às vezes até ligo antes de sair, verificando se é possível adaptar os pratos para as minhas necessidades. Até hoje essas estratégias funcionam bem!

E você? O que você faz para facilitar a sua alimentação no dia a dia? Compartilhe com a gente nos comentários!